Design Thinking: 4 dicas para começar a aplicar

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O Design Thinking não é algo exatamente novo, pois objetos são projetados há muito tempo. No entanto, a ação de voltar o olhar para o pensamento que existe por trás dessas criações e sua aplicação em outras áreas da vida e dos negócios é, sim, relativamente inovadora.

É claro que o Design Thinking não existe somente no processo criativo dos designers. Todas as áreas, desde a arte, a literatura, a música, a engenharia e até mesmo o mundo dos negócios usam esse modo de pensar. Então, por que ele tem esse nome? Bom, é que o modo de pensar dos designers pode nos ajudar a extrair, aprender, ensinar e aplicar essas técnicas voltadas às pessoas para resolver problemas de uma maneira criativa e inovadora, seja lá qual for a sua área.

Ok, mas o que é Design Thinking?

Ok, mas o que é Design Thinking?

Em primeiro lugar, é preciso entender que não é uma metodologia, mas sim uma abordagem. É necessário deixar isso claro, pois quando pensamos em método, em geral, esperamos uma fórmula mágica que, quando seguida à risca, nos leva aos resultados. No entanto, não estamos falando sobre isso. Estamos falando sobre um modo de encarar as situações de maneira coletiva e colaborativa, colocando o ser humano no centro das ideias. Portanto, isso significa que, na hora de criar alguma solução, o principal questionamento deve ser: qual é a necessidade humana por trás disso?

Ao empregar esse tipo de pensamento, há, então, a união daquilo que é desejável com o que é econômica e tecnologicamente viável. O processo começa em fazer as perguntas certas e entender as respostas delas, além de abraçar a mudança de mentalidade e resolver problemas a partir de uma nova direção. Portanto, como foi dito aqui, qualquer pessoa, até mesmo as que não possuem conhecimento técnico em design, podem usar ferramentas criativas para obter uma visão mais ampla dos problemas, identificar as barreiras e encontrar jeitos de superá-las.

E quais são as etapas deste processo?

E quais são as etapas deste processo?

Apesar de não ser uma fórmula mágica, o Design Thinking segue algumas etapas importantes para atingir seus objetivos. Existem diversas variações, mas, no geral, são as seguintes:

Empatia: o primeiro passo é entender as necessidades das pessoas para as quais se está desenhando uma ideia. É um diagnóstico fundamental para não se desviar do foco principal.

Definição: depois, é preciso definir essas necessidades, encontrar erros e anotar ideias. É importante pensar que um problema não é só um problema, mas sim uma oportunidade para encontrar uma solução.

Idealização: essa é a hora de se desafiar a gerar uma ampla gama de possíveis soluções que sejam criativas e inovadoras.

Protótipo: momento de criar os elementos mais concretos da solução. Ajuda, portanto, a responder perguntas para se aproximar de uma solução definitiva.

Teste: por fim, é aprender a partir do que funciona ou não e, assim, encontrar jeitos de melhorar as soluções.

Como começar a aplicar o Design Thinking?

Como começar a aplicar o Design Thinking?

Bom, agora que você já sabe como esse modo de pensar é inovador e importante nos dias de hoje, resta saber: como aplicar isso em seu dia a dia? É claro que, para aplicar essa abordagem de maneira perfeita, muito estudo será necessário. No entanto, se você quer começar a dar os primeiros passos hoje mesmo, aqui vão quatro dicas valiosas que podem te ajudar neste processo.

  • Reúna ideias

Como dissemos, conhecer seus clientes é a primeira etapa para criar os produtos que eles desejam e precisam. Não é bom, portanto, que você presuma o que alguém pensa ou sente. Por isso, observar as pessoas e realizar entrevistas podem ser ótimas maneiras de coletar informações sobre seu público-alvo, algo de extrema importância na abordagem do Design Thinking.

Use as pesquisas com inteligência

  •  Use as pesquisas com inteligência

No geral, existem três ótimos tipos de pesquisa para esse tipo de abordagem: a produtiva, a avaliativa e a de validação. As duas primeiras estão focadas no futuro, em novas ideias. A produtiva, então, tem como meta identificar novas oportunidades e explorar as necessidades, e já a avaliativa coleta feedbacks sobre experimentos e ajuda a seguir adiante. Por outro lado, a de validação, a mais tradicional, busca entender o que está acontecendo no momento atual. Portanto, equilibrando bem sua pesquisa, é possível compreender o presente, o passado e o futuro.

  • Transforme problemas em perguntas

É normal que, quando nos deparamos com um problema, tenhamos o impulso de encontrar uma solução de maneira imediata. No entanto, esse instinto pode acabar fazendo com que essa reposta não seja a mais adequada. Sendo assim, resista a esse impulso e mude sua mentalidade para que, ao invés disso, você faça uma pergunta que possa te aproximar da raiz do problema e, dessa forma, achar o melhor jeito de resolvê-lo.

Construa protótipos de maneira simples

  • Construa protótipos de maneira simples

Não é preciso de muito tempo ou recursos para fazer o seu protótipo. Então, comece pelo básico mesmo: use papel e caneta ou outros recursos mais acessíveis, como uma apresentação em slides. Isso é muito importante para criar ideias e obter feedbacks que vão te ajudar a entender melhor as necessidades de seus clientes antes de investir na produção.

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2021-04-07T13:11:12-03:00Tags: |